As origens de Congonhas têm ligação total e absoluta com a fé. Possui como principal jóia arquitetônica a Basílica de Bom Jesus de Matosinhos, erguida a partir do sonho de um português de extrema religiosidade.

Pedindo donativos, Feliciano Mendes se lançou na grande empreitada para construir um templo em homenagem a Bom Jesus de Matosinhos, de quem recebeu graça, ao ser curado de uma doença contraída no trabalho de minerador.

O que a fé iniciou, a genialidade concluiu. O Santuário ganhou formas pelas mãos de mestres da arte como Manoel da Costa Ataíde, Francisco Xavier Carneiro e João Nepomuceno Ferreira.

Sem falar do gênio maior do barroco mineiro, Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho), autor dos 12 profetas, obras-primas em pedra-sabão dispostas pelo adro da igreja.

Reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, em 1985, o acervo do Santuário ainda inclui as capelas e as 66 imagens dos Passos da Paixão de Cristo.

As centenas de milhares de pessoas que visitam Congonhas todos os anos ainda podem reforçar a fé em outros templos de grande valor histórico. Entre eles, a Matriz de Nossa Senhora da Conceição e a Capela de Nossa Senhora da Soledade, além das igrejas de Nossa Senhora da Ajuda, de São José e do Rosário.

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