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Como chegar- Mariana

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Agenda Mariana

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Eventos Mariana

São mais de 13 os Conjuntos de Monumentos Históricos de Mariana que podem ser conhecidos e visitados. E a maioria deles com visitas Guiadas e atendimento a pesquisadores.

Além da arquitetura barroca, da arte nas esculturas, talhas e pinturas, Mariana oferece também passeios pelo centro histórico, e ainda o concerto de música erudita com o órgão Arp Schnitger, realizado na Catedral da Sé, na Rua Direita. Visitando a Praça Minas Gerais o turista conhece monumentos históricos como o Pelourinho, a antiga Casa da Câmara e Cadeia, Estação Ferroviária e Casas para visitação.

Museus

::Museu Estação Ferroviaria

Estação de Mariana 341Estação de Mariana 341

A Estação Ferroviária de Mariana foi totalmente revitalizada e hoje também é um ponto turístico.

>>Estação Mariana

A Estação de Mariana, também denominada Estação Parque é um complexo composto pela Praça Lúdico-Musical, pela Biblioteca da Estação, pelo antigo casarão que abrigava a estação ferroviária de Mariana e por vagões fixos localizados nos arredores do prédio

 >>Museu Museográfico

Um quiosque multimídia situado no Hall de Entrada da Estação de Mariana convida o público a tocar na tela do computador para conhecer o programa e desvendar curiosidades sobre o antigo trecho ferroviário, viajar pela riqueza ambiental da região, por sua história e por seu patrimônio cultural, por meio de imagens e sons amplificados em uma televisão de plasma. O Espaço Museográfico conta ainda com o móvel Paisagem em Movimento, composto por textos, mapas e imagens sobre a evolução urbana de Mariana do século XVII ao XX, ressaltando a chegada do trem em 1914.

>>Praça Lúdico-Musical

estação ferroviáira-Marianaestação ferroviáira-MarianaLocalizada num ambiente ao ar livre no entorno da estação, a Praça Lúdico-Musicalé composta por um conjunto de obras que integram brinquedos sonoros, luteria, artes plásticas e arquitetura, aberto à participação do público, especialmente as crianças.As estruturas foram confeccionadas com materiais ferroviários reciclados e sucatas da antiga linha férrea, unindo arte e ecologia. O local abriga oficinas abertas à comunidade e atividades de arte-educação, que incentivam a criação de instrumentos e a sonorização dos brinquedos.

>>Biblioteca Infanto Juvenil

A Biblioteca Infanto-Juvenil conta com um acervo de 6.350 mil livros, periódicos, DVDs de filmes nacionais e estrangeiros, todos vinculados a temas como literatura, patrimônio natural e cultural, história e memória. A Biblioteca é um espaço de leitura, pesquisa, consulta e estudo disponível a toda comunidade, mas voltado, sobretudo, para o público infanto-juvenil. Os usuários da Biblioteca Infanto-Juvenil de Mariana podem fazer a carteirinha para retirada de livro emprestado. O cadastro é feito mediante apresentação de foto 3×4 e dos documentos de identidade, CPF e comprovante de residência atual. Para os menores de dezoito anos, será necessário o comparecimento de um responsável e a apresentação de documentos do mesmo.

>>Sala Multiuso

A Sala Multiuso é um ambiente lúdico para convivência intergeracional. Conta com TV de plasma e aparelho de DVD, além de dois totens nos quais são exibidos os depoimentos registrados na Sala de Histórias. Nela se realizam, ainda, além de encontros variados, sessões de cinema com a exibição de filmes do acervo da Biblioteca.

>>Vagão Oficina de Vídeo

O Vagão Oficina de Vídeo é reservado ao registro, em vídeo, de relatos de história oral de moradores da região e visitantes. O objetivo é valorizar a identidade regional, fortalecendo, assim, a transmissão de conhecimento e a memória afetiva relacionada ao patrimônio do lugar. O vagão abriga equipamentos destinados à produção de vídeo, utilizados nas gravações dos depoimentos do programa de memória oral e nas oficinas de vídeo organizadas pelo Programa.

>>Vagão dos Sentidos

O Vagão dos Sentidos evoca a viagem do trem entre Ouro Preto e Mariana por meio de vídeos sobre o patrimônio da região exibidos em doze telas, sendo seis de cada lado, instaladas na superfície interna das janelas do vagão. Os vídeos oferecem um espaço diferenciado de imersão no universo de imagens poéticas projetadas, que possibilita a concepção de novos formatos audiovisuais. A linguagem do vídeo aliada a uma estrutura de exibição não-linear desperta a curiosidade sobre o processo de criação dessas obras, proporcionando aos visitantes sensações, sons e imagens da região. No momento, há três temas em exibição no Vagão dos Sentidos: "Barroco", "Vagão de Todo Mundo" e "Campanário". O primeiro traz referências fortes do cotidiano das duas cidades históricas. "Vagão de Todo Mundo" traz depoimentos de moradores de Ouro Preto e Mariana sobre o legado histórico e cultural de suas cidades. O último reverencia a tradição do toque dos sinos, uma arte que ainda sobrevive por meio do raro ofício dos sineiros.

>>Vagão Café de Mariana

Situado em um dos vagões fixos no entorno da Estação, o Vagão Café é um espaço que oferece aos visitantes infra-estrutura completa de lazer e gastronomia, com cardápio variado e de qualidade. O local é equipado com móveis confortáveis e mesas na área externa, que fazem do Vagão uma agradável área de interação e entretenimento.

Atualmente o Vagão Café não está em funcionamento.

Fonte: Trem da Vale

 

::Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Mariana

museu da arte sacra-Mariana 386museu da arte sacra-Mariana 386A Casa Capitular, onde está instalado o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Mariana, é um dos mais belos edifícios Rococós do Brasil, com sua construção datada do final do século XVIII e início do XIX, sob a competência do Mestre José Pereira Arouca. Anteriormente, este edifício foi construído por iniciativa dos Cônegos da Sé, empenhados em possuir uma sede para as reuniões do Cabido ou Colégio dos Cônegos (padres selecionados que assessoram o Bispo). 

Em 1926, por doação do Cabido, o prédio tornou-se propriedade da Mitra Arquidiocesana, que instalou a Cúria Metropolitana e o Arquivo Eclesiástico até 1962, quando, por feliz idéia de Dom Oscar de Oliveira, foi definitivamente aproveitado para a sede do Museu, inaugurado aos 22 de setembro de 1962.

O Museu de Arte Sacra se encontra na Categoria de Acervo Histórico e Artístico, tendo como temática a Arte Sacra criada em Minas Gerais no período áureo do Barroco Mineiro; formado por peças oriundas das Igrejas, Capelas, Seminários e Palácio Episcopal, bem como doações e legados. Entre estas peças de valores inestimáveis e de valores históricos e artísticos, podemos destacar:

1 - Banqueta Pontifical em prata portuguesa, uma doação do Rei Dom João V.
2 - Esculturas Religiosas de Mestre Aleijadinho, Francisco Xavier de Brito e outros grandes artistas.
3 - Pinturas Religiosas, dando destaque para as obras de Manoel da Costa Athayde, João Nepomuceno Corrêa e Castro, Manoel Ribeiro Rosa e outros.
4 - Indumentárias e Vestes Religiosas, dando destaque para uma Túnica de Nossa Senhora das Dores, bordadas a fios de ouro, e uma doação de D.Pedro II.
5 - Mobiliários Religiosos, como as cômodas de sacristia, credências, confessionários entre outros.
6 - Objetos de Cerimônias Religiosas, como pias batismais em pedra-sabão e madeira e tronos episcopais.

Horários e Contatos:
* De terça à Sexta-feira: Das 8:30 às 12:00 e das 13:30 às 17:00 hs
*Sábados/Domingos e Feriados: Das 9:00 às 15:00 hs Ingresso: Visitantes R$ 5,00 Estudantes e Idosos acima de 65 anos R$ 2,50
* Endereço: Rua Frei Durão, nº 49 Centro Histórico – Mariana – MG Tel/Fax: (31) 3557-2581 email:    museuarq@uai.com.br

 

::Museu da Música:

Acervo

05c1 foto10 maxi-20110725-00512205c1 foto10 maxi-20110725-005122O acervo do Museu da Música de Mariana compõe-se de documentos diversos, alguns dos quais remontam aos primórdios da Capitania de Minas Gerais e do Bispado de Mariana, no século XVIII, tais como os livros de cantochão, utilizados no serviço litúrgico catedralício e manuscritos musicais de obras de compositores já consagrados pela literatura musicológica, como José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (1946?-1805), compositor e organista que atuou principalmente em Diamantina.

Além disso, o acervo contém também fontes musicais dos séculos XIX, como obras de João de Deus de Castro Lobo (1794-1832), compositor e organista marianense que desempenhou, entre outras, a função de Mestre de Capela da Catedral de Mariana, e do século XX, tais como acervos de bandas civis e música impressa de compositores brasileiros. Além de documentação primária para a pesquisa acadêmica, o Museu da Música disponibiliza também uma série de publicações recentes realizadas a partir de sua documentação, através de projetos da FUNDARQ, e agora, em sua sede própria, oferece uma exposição de longa duração que traz informações sobre alguns dos documentos do acervo e sobre as publicações produzidas.

Apesar de que algumas de suas seções sejam fechadas (no sentido de que não podem aceitar acréscimos de itens documentais), o acervo é, a princípio, aberto. Isto significa que pode crescer continuamente, à medida que receba novas doações, que sejam recolhidos acervos musicais considerados de valor informacional, depois de criteriosa avaliação por parte da administração do Museu da Música. Embora tenha sido criado em meados na década de 1960, e mesmo com os esforços de musicólogos e colaboradores, até 2003 o Museu da Música não tinha um quadro de arranjo que distinguisse claramente as diversas seções que compõem a totalidade de seu acervo. Com o projeto Acervo da Música Brasileira – Restauração e Difusão de Partituras (AMB-RDP)3 este quadro se modificou. A partir do trabalho da equipe da Área de Reorganização e Catalogação constituída no âmbito deste projeto chegou-se ao seguinte quadro de arranjo, composto atualmente de 11 seções:

01. CDO – Coleção Dom Oscar
02. ASM – Arquivo do Seminário de Mariana
03. ALC – Acervo Lavínia Cerqueira de Albuquerque
04. SCA – Manuscritos Sem Classificação Anterior
05. BAN – Manuscritos de Bandas de Música Civis de Minas Gerais
06. IMP – Impressos
07. LMM – Livros
08. FMS – Fotocópias, mimeografados e similares
09. INS – Instrumentos Musicais
10. PCO – Documentos relacionados ao Projeto Ciclo do Ouro
11. DTM – Documentação Técnica

Assim, pela primeira vez foi possível distinguir entre as diversas tipologias e origens do material que compõe o acervo do museu. A primeira seção do acervo, a Coleção Dom Oscar, foi descrita com grande detalhamento, segundo a normativa do Répertoire Internationale des Sources Musicales – RISM. As demais seções foram preliminarmente inventariadas, recebendo um primeiro instrumento de busca para consulta no acervo. Estas seções têm estruturas diferentes entre si, algumas delas sendo compostas de subseções, de acordo com a sua natureza, sua proveniência ou com as características físicas do material. Foi realizado um inventário geral de toda a documentação, que vem sendo revisado e refinado através de um trabalho sistemático. Partes deste inventário são apresentadas nesta página, através de documentos HTML, PDF ou da base de dados on-line.

Toda a documentação das referidas seções foi limpa e reacondicionada em pastas e caixas de papel alcalino, de maneira a preservar os suportes e assim prolongar a sua existência. A transferência do acervo para a nova sala do Museu da Música, no antigo Palácio dos Bispos, contribuiu para uma melhor climatização, otimizando ainda mais as soluções de conservação propostas anteriormente. Para mais informações de pesquisa on-line e Guia do Museu, consulte o site do Museu d Música de Mariana.

::Museu Casa Alphonsus de Guimaraens

Casa-Aphonsus de Guimaraens-MarianaCasa-Aphonsus de Guimaraens-MarianaA criação de um museu em Mariana que reunisse o acervo do poeta Alphonsus de Guimaraens surgiu como proposta de sua família em 1971.

A idéia se concretizou quando, em 1975, o Governo do Estado de Minas Gerais adquiriu a casa do poeta para abrigar o museu. A casa foi restaurada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG) entre 1976 e 1979.

Inaugurado em 1984, o museu foi conceituado como uma instituição cultural voltada para o estudo, exposição e divulgação da vida e obra de Alphonsus de Guimaraens, fixando-se como um centro de pesquisas sobre a literatura mineira. Mas à época, as idéias que nortearam o projeto de implantação não chegaram a se concretizar plenamente.

Em 1999 a Superintendência de Museus entrou em ação com um programa de reestruturação do museu – estabelecendo uma parceria com a Associação Acervos Literários de Mariana, formalizada por meio de convênio de cooperação técnica vigente e constante diálogo com a comunidade local.
O Prédio

Situado na Rua Direita, o prédio é um belo exemplar da arquitetura civil urbana do fim do século XVII até o princípio do XIX.
Foi nesse sobrado, alugado em 1913, que Alphonsus de Guimaraens residiu com sua família até a sua morte, em 1921. No térreo, que na época era ocupado para fins comerciais, Alphonsus instalou seu escritório. O segundo piso foi reservado para a vida familiar, com cômodos ocupados pela sala de visitas, sala de refeições, quartos de dormir e cozinha.

O acervo

Constituído por doações da família, o acervo do Museu Casa Alphonsus de Guimaraens é composto predominantemente por objetos de uso pessoal, mobiliário, equipamentos domésticos e detalhes que retratam a vida do poeta, escritor e juiz mineiro e que testemunham suas relações familiares.

Destaca-se no Museu um valioso acervo textual, com correspondências originais de poemas, fotografias, recortes de jornais e obras raras, estimando-se 1.500 documentos e 240 livros.O espaço também oferece exposição permanente do acervo de Alphonsus de Guimaraens, com visitas monitoradas, e programação de exposições temporárias, renovadas trimestralmente.

Ação Educativa

A instituição oferece uma ação educativa museal de qualidade, voltada à inclusão sócio-cultural de alunos de escolas das redes de ensino público e privado, que visa promover maior aproximação entre professores e estudantes, além de estimular a sociedade a identificar, preservar e valorizar o patrimônio cultural. As visitas são monitoradas pela equipe da Superintendência de Museus e Artes Visuais e devem ser agendadas com antecedência.

Digitalização do acervo

O projeto de digitalização tem como objetivo disponibilizar, em meio digital, a totalidade do acervo do Museu, constituído de documentos originais, correspondências e textos de Alphonsus de Guimaraens. O projeto contou com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) em 2005 e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Mariana, em 2006.
Visitação
Museu Casa Alphonsus de Guimaraens
Rua Direita, 35, Mariana-MG - CEP? 35420-000
Tel.: (31) 3557-3259
E-mail:   museualphonsusguimaraes@cultura.mg.gov.br

Fonte: Museu Aleijadinho
Fonte: museu da música de Mariana

Fonte: Governo de Minas - Cultura

Casas

::Casa do Conde de Assumar

Casa de assumar-Mariana 379Casa de assumar-Mariana 379Nesta Casa residiu D. Pedro de Almeida, o Conde de Assumar, governador da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro entre 1717 e 1720. Na revolta de mineradores, conhecida como Sedição de Vila Rica, o prédio serviu como local de articulações e resistência. O líder do motim, Felipe dos Santos, foi cruelmente morto em Vila Rica (atual Ouro Preto). A casa depois abrigou D. Frei Manuel da Cruz, o primeiro bispo de Mariana.

 

 

 

Mariana 367Mariana 367

:: Casa Setecentista

 

 

Unidade pertencente ao IPHAN, a Casa Setecentista de Mariana possui um acervo de  aproximadamente 50 mil documentos que abrangem os períodos colonial, do Império e da Velha República. Possui uma sala destinada a exposições de caráter didático e sala de multimeios, para a promoção de sessões de vídeos, cursos, palestras, debates e outros eventos.
Endereço:Mariana Rua Direita, 07, Mariana/MG
Telefone:(31) 557-1455

 

 

 

 

 

 

 

::Casa de Câmara e Cadeia de Mariana

Mariana 211Mariana 211

Fundada em 1711, a Câmara de Mariana é a mais antiga de Minas Gerais. Findada a guerra dos Emboabas, Dom Antônio de Albuquerque cria as primeiras vilas com o intuito de conseguir um maior controle da região mineradora. Em 1711, o arraial de Nossa Senhora do Carmo já possui uma população numerosa, fato que justifica ascensão da paróquia à posição de vila.

Segundo a historiadora Maria do Carmo Pires, ao erguer uma vila a primeira providência a se tomar é a determinação do seu termo: "Ou seja, da área do novo município e a delimitação do rossio, terreno público administrado pela Câmara, segundo as Ordenações do Reino". Outras reivindicações da instituição do poder local são "a construção de um lugar para funcionamento da Câmara e cadeia, a ereção do pelourinho, símbolo da justiça e a autonomia do município, além da conservação da igreja matriz".

Apenas na segunda metade do século XVIII começaram a ser construídos os prédios da Casa de Câmara e Cadeia, e das Igrejas das ordens terceiras e de são Francisco de Assis e Nossa Senhora do Carmo. Assim, a primeira Casa de Câmara de Minas Gerais funcionou, provisoriamente, na casa do primeiro Juiz da Câmara, Pedro Frasão, na primitiva Rua Direita, atual Rosário Velho.

No dia 4 de abril de 1711 convoca-se a junta para se fazer a eleição da nova Câmara de Vila do Carmo. No dia 4 de julho ocorre a eleição e no dia seguinte tomam posse os eleitos. A Câmara de Vila do Carmo recebe a concessão dos privilégios da Câmara do Porto e o título de Leal Vila

A edificação

O projeto de construção Casa de Câmara e Cadeia de Mariana é de 1762 e possui autoria de José Pereira dos Santos. Em 1768 iniciou-se a obra de construção desse imponente prédio. A sua construção demorou 30 anos e esteve sob a responsabilidade do mestre José Pereira Arouca.

Arouca reedificou, em 1793, no terreno que se localiza na parte de trás da Casa de Câmara e Cadeia, a capelinha da irmandade do Senhor dos Passos. Essa capela, que foi demolida entre 1782 e 1792, existiu de frente à cadeia velha, próxima ao largo da Sé.

Acervo Histórico

Grande parte da documentação da Câmara de Mariana está preservada e se encontra dividida entre o Arquivo Público Mineiro e o Arquivo Histórico sob a responsabilidade do curso de história da Universidade Federal de Ouro Preto.

 

::Casa do Barão de Pontal

Existe controvérsia entre os estudiosos do assunto quanto à época de construção desta edificação. Salomão de Vasconcellos indica o ano de 1752 e atribui a iniciativa de sua construção a Manuel da França Campos, a quem o prédio teria pertencido inicialmente. Já José Wasth Rodrigues, diz que se trata de construção de cerca de 1790. Embora verifica-se uma defasagem de trinta e oito anos entre as duas datações, ambos, entretanto, atribuem a responsabilidade da construção a José Pereira Arouca. Sabendo-se que o prédio pertenceu a diferentes proprietários, inclusive ao seu construtor, José Pereira Arouca, supõe-se que sua feição original tenha sido comprometida, fruto de modificações ocorridas ao longo dos anos.

Construída para uso residencial, abrigando porém, cômodos de loja na parte térrea, a edificação tornou-se tradicionalmente conhecida como Casa do Barão do Pontal, título concedido pelo governo do império ao desembargador Manuel Ignacio de Mello e Souza, que exerceu, dentre outros cargos políticos, o de presidente da Província, deputado e senador. Nascido em Portugal, em 1781 ou 1782, e diplomado pela Universidade de Coímbra, veio ainda jovem para Mariana, onde se fixou e foi proprietário desse imóvel. O prédio serviu, durante anos, como sede local dos Correios e Telégrafos. Embora se enquadre às edificações de partido e gosto arquitetônico da segunda metade do século XVIII, a chamada Casa do Barão de Pontal apresenta algumas particularidades que a fazem distinguir-se entre as mais notáveis edificações da época.

Para Robert Smith a novidade reside nos dois pátios internos fechados, que têm a função não só de iluminar e ventilar, como também facilitar a circulação. Por sua vez, José Wasth Rodrigues aponta para as sacadas em pedra-sabão, em delicado rendado, consideradas únicas no gênero no Brasil. Segundo levantamento feito pelo IPHAN, em 1974, a edificação apresenta estrutura autônoma assentada em esteios e baldrames de madeira, com cunhais em madeira e massa. As paredes de vedação são em taipa de sebe, com revestimento em reboco liso e pintura em caiação. As beiradas são em cimalha, cachorro e caibro corrido e existem quatro sacadas do tipo isolada, com piso em pedra e parapeito em pedra-sabão trabalhada. Uma das portas da frente é almofadada e as demais lisas, todas em vergas retas.

As quatro janelas principais do andar superior são rasgadas por inteiro e apresentam postigo sobreposto e vergas em arco. Os forros alternam-se entre os tipos esteira, tabuado liso, estuque e saia-e-camisa, todos com pintura lisa, enquanto os pisos, na sua maior parte, são em tabuado liso. Na cobertura, verifica-se entelhamento em cerâmica de ½ cilindro. Acrescenta-se ainda, a existência de sótão ou mirante, com dois cômodos. Quanto à ornamentação, chama a atenção a singularidade de suas quatro sacadas em pedra-sabão, composta por ornatos vazados formando delicado rendado, conferindo à edificação excepcional valor como exemplar da arte de ornamentação arquitetônica no período colonial mineiro.

José Wasth Rodrigues atribui sua autoria a José Pereira Arouca, enquanto Salomão de Vasconcellos suspeita tratar-se de obra do mesmo autor desconhecido que desenhou e executou o pórtico de São Francisco da mesma cidade. José Wasth Rodrigues destaca ainda o belíssimo altar existente em saleta ou capela localizada na parte da frente do andar superior. Diante da falta de documentação, não há como estabelecer uma cronologia das obras de adaptação, alteração e restauro. Texto extraído de: Fundação João Pinheiro. Dossiê de Restauração. Plano de Conservação, Valorização e desenvolvimento de Ouro Preto e Mariana. 1973/1975

Fonte: Prefeitura de Mariana

Fonte: IPHAN

Igrejas

::Catedral da Sé

 A Catedral da Sé possuí  arquitetura singela, bem ao estilo das primeiras construções religiosas de Minas, sendo um dos mais importantes templos setecentistas de Minas Gerais. Guarda admiráveis retábulos do barroco nos estilos Nacional Português e Joanino, uma tela do Mestre Athaíde, o mais belo tapa vento de Minas e uma das mais preciosas peças do século XVIII o órgão Arp Schnitger, presente do monarca D. João V. Visitar a Catedral da Mariana é uma boa oportunidade para conhecer e aprender sobre a arte colonial mineira.  Os concertos na Catedral são uma atração imperdível.  
endereço Praça Cláudio Manoel, s/n

 

::Igreja São Pedro dos Clérigos

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Em um ponto alto da cidade, oferece vista panorâmica. Começou a ser construida em meados do século 18, mas apenas em 1922, com a inclusão das duas torres, foi considerada pronta. Em Minas Gerais, apenas dois templos possuiem linhas arquitetônicas barrocas: a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, de Ouro Preto e a de São Pedro dos Clérigos, em Mariana. Daí sua grande importância para a arquitetura colonial mineira. As plantas dessa duas construções apresentam duas elipses entrelaçadas.

Rua D. Silvério, s/n

 

 

::Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Igreja dos Rosário dos Pretos-Mariana 344Igreja dos Rosário dos Pretos-Mariana 344

A construção do templo iniciou em 1763 e foi concluída em 1794. Vários artistas fizeram a pintura, destacando-se entre eles, Manoel da Costa Athayde e Francisco Xavier Servas.O interior em talha, os retábulos, púlpitos e douramento dos altares valorizam o conjunto. Outro detalhe feito pelo grande mestre Aleijadinho é o medalhão da portada, em pedra-sabão.
endereço
Praça do Rosário, s/n

 

::greja São Francisco de Assis e Igreja Nossa Senhora do Carmo, situadas na Praça Minas Gerais

Igreja São Francisco de Assis-E-igreja Nossa Sra.do Carmo- Mariana 375Igreja São Francisco de Assis-E-igreja Nossa Sra.do Carmo- Mariana 375

foto a esqueda: Igreja São Francisco de Assis e a direita Igreja Nossa Senhora do Carmo.

 

::Igreja São Francisco de Assis - Na igreja  existem vestígios e influência de aleijadinho, além das três imagens da Paixão (tabernáculo, altar-mor e altar de Santa Isabel). E uma construção em estilo rococó, sendo um marco religioso, social, artístico da cidade e do estado.
endereço
Praça Minas Gerais, s/n

 

 ::Igreja Nossa Senhora do Carmo - Surgiu a partir de um pequeno templo erguido em 1759. Na fachada o escudo possui três estrelas, representando os três grandes santos carmelitas: profeta Elias, a mística Teresa d'ávila e Simão Stock. Este último, um nobre que aderiu à ordem, aparece na pintura da nave. Recebe um escapulário com a missão de espalhar no ocidente a devoção à Virgem do Carmo.  
endereço
Praça Minas Gerais, s/n

 

Capelas

::Capena de Sant'ana

Capela-Santana-Mariana 326Capela-Santana-Mariana 326

Substitui a capela primitiva erquida por volta de 1720 pela Irmandade de Santa Anna. Ao longo dos anos passou por sucessivas reformas, como a de 1799 em que teve a fachada principal reconstruida em pedra por joão de Caldas Bacellar, sócio de José Pereira Arouca. Na capela-mor, apresenta obra de talha característica da primeira fasse do barroco (estilo Nacional Português) e, nos tetos, trabalho de carpintaria de forte influência portuguesa, provavelmente em estilo seiscentista tardio. Anexo ao templo, existiu o Hospital e Hospício da Senhora Santa Anna, que teria funcionado até meados do Século XIX. Em 1938, passou por reforma restauradora, realizada pelo Instituto do Patrimônio histórico e Artístico Nacional (IPHAN). No cemitério, construido onde existiu a casa de misericórdia, estão sepultados o poeta Alphonsus de Guimaraens (1817-1921) e o historiador Salomão de Vasconcelos (1877-1965).

 

::Capela Nossa Senhora das Mercês

 Sua construção é da data de 1787

::Capela de Santo Antônio

Considerada a mais antiga de Mariana, sua importanto está no fato ter sido celebrada a primeira missa.

Chafariz

 

 

Mariana 357Mariana 357

 

 

::Chafariz São Francisco

 

Seu primeiro proprietário foi o Conde de Assumar e posteriormente ao primeiro bispo de Mariana, sua localização fica na Praça Gomes Freire, tem simbolizada a coroa e brasão no seu fronte. Sua arquitetura bem trabalhada denota sua importância, simbolizada também pela coroa e brasão esculpidos no frontão.
Chafariz São Francisco - localizado ao lado da praça Gomes Freire

 

 

 

CHAFARIZ SÃO PEDROCHAFARIZ SÃO PEDRO

 

 

 

 

::Chafariz São Pedro

 

Localizado no Largo de São Pedro, próximo a Igreja de São Pedro dos Clérigos,  tem linhas rústicas, é uma interessante obra da arquitetura colonial.
localizado no Largo de São Pedro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em Mariana